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quarta-feira, 30 de abril de 2008

Nova Adaptação da série Akira

AKIRA com Leonardo DiCaprio?


Akira é um mangá de Katsuhiro Otomo, produzido na década de 80, que ficou conhecido mundialmente com o lançamento de um longa-metragem de animação homônimo de 1988.
A história será adpitada outra vez para o cinema, mas em dois filmes da Warner, com Leonardo DiCaprio [sem comentários] no papel do rebelde Shotaro Kaneda. Já para encarar o obstinado Tetsuo Shima, amigo do “herói”, foi escolhido Joseph Gordon-Levitt (da série Third Rock from the Sun). A estréia de Akira acontecerá entre maio e junho de 2009.
No novo filme a aventura se passa em New Manhattan (e não Neo Tóquio, como no original), uma cidade reconstruída com verba japonesa, depois da destruição total há 31 anos. Além do papel principal, DiCaprio é um dos produtores do longa [entenderam...], com sua companhia Appian Way, juntamente com Andrew Lazar, da Mad Chance, e Jannifer Davisson.
O roteiro fica por conta de Gary Whitta e a direção Ruairi Robinson (The Silent City). Cada filme vai adaptar três volumes da série, de um total de seis encadernados, totalizando mais de mil páginas.
Ficamos então na expectativa...

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Ronin


Século XIII
Japão feudal... Uma sociedade moldada por tradições e costumes muito severos. Uma terra com cultura própria, onde a “honra” significa tudo, e a vida e a morte tinham o mesmo peso na balança do fio de uma espada.
Naqueles dias, os poderosos xoguns cavalgavam as estepes orientais e governavam o Império do Sol com mãos de ferro. Naqueles mesmos dias, um jovem samurai tornou-se Ronin e, em sua sede de vingança, foi aprisionado junto com um demônio numa espada mágica.
Anos se arrastam...


Século XXI
Estados Unidos, uma das potências remanescentes do conflito nuclear... A raça humana tenta se recuperar do câncer da guerra.
A honra foi substituída pela tecnologia. Os biocircuitos conduzem o rumo do mundo.
Há poucos dias, o Complexo Aquarius foi palco de um magnífico espetáculo: um Ronin e o traiçoeiro demônio Agat voltam à vida para a consumação de um conflito milenar. Uma explosão salvou o Ronin, afugentou Agat, destruiu o núcleo do computador Virgo e iluminou o céu de Manhattan.
Agora, enquanto Agat está em seu habtat, o Ronin encontra-se completamente perdido.
Neste exato momento, a caçada tem início!


Título: Ronin.
Autor / Roteiro e Arte: Frank Miller.
Cor: Lynn Varley.
Editora Original: DC Comics INC.
Ano de Criação: 1983.
Editora: Abril S/A – Mini-série de Luxo.
Nº de Edições: Em Seis (6) Edições Mensais.
Ano: 1ª Edição de 1988.
Local: São Paulo / Brasil.



Título: Ronin.
Autor / Roteiro e Arte: Frank Miller.
Cor: Lynn Varley.
Editora Original: DC Comics INC.
Ano de Criação: 1983.
Editora: Abril Jovem – Mini-série de Luxo.
Nº de Edições: Em Seis (6) Edições Quinzenais.
Ano: 2ª Edição de outubro a dezembro de 1991.
Local: São Paulo / Brasil.


Frank Miller com cara de mangá

Antes de ser consagrado como um dos maiores artistas de seu tempo, Frank Miller se interessou por estudar roteiros; ao desenhar, desde o princípio, empregou seu potencial criativo com as influências recebidas do cinema noir, de Hitchcock, dos filmes sombrios de terror e policiais, dos quadrinhos europeus – principalmente de Bilal, Crepax e Moebius –, e dos mangás (os quadrinhos japoneses). Foi assim que rivitalizou o Demolidor e criou Elektra para a Marvel, duas das suas melhores obras, personagens que mais tarde seriam aproveitados no cinema.
É importante lembrar que na época em que Miller assinava seus primeiros sucessos, o mangá era ignorado nos EUA. Reza a lenda que Frank Miller, certa vez, ganhou de um amigo uma antologia de O Lobo Solitário, em japonês, que ele passou a folhear até gastar suas centenas de páginas – depois de digerir as imagens daquela violenta história de samurai, de investigar e de refletir sobre o universo dos guerreiros do País do Sol Nascente, regurgitou tudo em uma obra experimental e revolucionária, em que ousou narrar em uma nova linguagem gráfica – nascia, então, Ronin, que foi lançado precisamente em julho de 1983, nos EUA, pela DC Comics, em 6 partes.
Ronin é pioneiro por ter sido o primeiro romance gráfico a ser visto como um projeto de ponta pela DC Comics, também por conter a mítica cultural e os costumes japoneses, ao mesmo tempo em que apresenta um manifesto contra o corporativismo empresarial nipônico, que começava a ameaçar a América dos anos 80. A obra, ainda hoje, é considerada surpreendente. Ela se difere dentro da carreira de Miller, devido às influências do mangá, então levadas as últimasconseqüências. Alguns desavisados podem até confundir Ronin com a linha atual do quadrinho europeu. Isso comprova que a obra estava muito à frente de seu tempo.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Azumanga Daioh

“Garotas para guardar no coração”
Será que o simples dia-a-dia de um grupo de garotas do colegial pode render uma boa história? Azumanga Daioh prova que sim, em quatro volumes de mangá, ou 26 capítulos de animê, você tem uma experiência única.



Sem usar magia ou supergolpes, sem que tenham que salvar o mundo a cada novo episódio, sem bugigangas mágicas para vender brinquedos ou necessidade de um “amor para vida toda”, as meninas de Azumanga Daioh nos cativam, nos fazem rir e, se você for sensível, até chorar. Afinal, pelo menos para elas, são os melhores anos de suas vidas e é preciso fazer valer a pena!

Histórias comuns com uma pitada de fantasia
A série, em sua versão mangá ou animê, segue a vida de um grupo de garotas durante os três anos de colegial (ensino médio), que tem a mesma duração do brasileiro. Nela, vemos como elas se conheceram, a personalidade de cada uma é revelada em um ritmo adequado a cada personagen, suas preocupações e alegrias nos são oferecidas junto com boas piadas e algumas situações nonsense.
Conforme vão se conhecendo melhor, a solidariedade, o respeito e a amizade vão crescendo entre elas. Cada menina tem um jeitinho todo seu, há clichês, claro, mas o autor brinca com eles de forma bem criativa.
Além das meninas há também as professoras que acabam tendo grande participação nos acontecimentos.
A série é tão o mais feminina do que Maria-sama Ga Miteru. É preciso dizer que Azumanga Daioh é um animê atípico, mesmo trabalhando com alguns clichês bem conhecidos. Sua fonte de inspiração não foi um mangá, como normalmente pensamos aqui no Brasil, e sim tirinhas publicadas na revista seinen Comic Dengeki Daioh entre fevereiro de 1999 e junho de 2002. Cada episódio da série de TV foi resultado da junção de cinco dessas tirinhas. Assim, 130 tirinhas ganharam vida em 26 episódios de animê.
Azumanga Daioh foi um dos grandes sucessos de 2002 no Japão, tendo sido exibida entre os meses de abril e setembro. A qualidade de animação da série é muito boa e o character design é bonito e estável. A trilha sonora é bem adequada à série, desde as orquestrações cômicas, até a abertura e enceramento que são muito simpáticas.
A série é uma comédia nonsense e como tal precisa ser vista. Tirando os momentos em que Tomo e a professora de inglês protagonizam a ação por muito tempo e a falta de crítica à pedofilia do professor Himura, pois a coisa deve ser tão comum no Japão que parece algo banal, tudo se encaixa maravilhosamente bem. O humor é genuíno e algumas situações chegam mesmo a emocionar. Eu diria que Azumanga Daioh é uma “dramédia”, muito mais do que uma comédia pura.
Bom, está dada a dica: Azumanga Daioh vale a pena!
Você encontra os 26 episódios da série para download gratuito no site Anime Shade. Bom divertimento...

Título: Azumanga Daioh
Formato: Série de TV
Episódios: 26
Gênero: [Comédia Escolar]
Lançado em: Abril / 2002 até Setembro / 2002
Estúdio: GENCO, J.C. Staff