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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Cliente nosso de cada dia IV

- Tem A Morte de Ivan Iliitch?
O livreiro novato depois de fazer uma busca por autor na letra ”I”, responde:
- Infelizmente não temos nada desse autor.
O cliente apercebendo-se da gafe.
- Ha sim… Que pena. Veja se tem algum livro do Tolstói?
Passado uns segundos o livreiro atônito:
- É curioso!?... Desse temos vários e não vai acreditar! Um deles é sobre a morte do primeiro.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Já começou o problema dos e-books

"Os livros que estão na minha estante só sairão de lá se eu permitir"

Amazon apaga livro 1984 de todos os Kindles sem pedir permissão.
Tal qual o Grande Irmão, empresa retira conteúdo sem avisar proprietários do leitor de e-books

No blog “O Aleph: observatório literário” divulga que a Amazon começou um processo para apagar todas as cópias do livro 1984, de George Orwell, de todos os Kindles conectados à web nos EUA . A alteração foi feita sem a autorização dos usuários, o que causou indignação e protestos. A empresa foi comparada pelo jornal The New York Times ao Grande Irmão, personagem autoritário e onisciente do livro.
Em uma nota oficial reproduzida pelo site Pocket-lint , a empresa afirmou que a obra foi publicada por engano pela companhia Mobile Reference, junto com outro livro chamado Animal Farm (em português, A Revolução dos Bichos). A nota também avisa que os livros constam como não disponíveis na loja e os usuários que efetuaram a compra serão reembolsados.

Leia a matéria completa de Fábio Resende no blog O Aleph.

O Livro e a Leitura: o espetáculo do crescimento

Pela contabilidade do Ministério da Cultura, os investimentos da pasta na área do livro e leitura deram um salto espetacular de 1.500% no governo Lula. Em 2003, foram destinados míseros R$ 6 milhões para o orçamento da área, então concentrados na Secretaria Nacional do Livro e Leitura (que seria desativada naquele mesmo ano pelo MinC, um erro imenso ainda não reparado pelo ministro Juca Ferreira) e na Fundação Biblioteca Nacional. Já em 2009, esse montante subiu para R$ 90 milhões. A notícia é formidável. Mas é preciso notar que, por ora, isso está ancorado no Mais Cultura, que é um programa de governo. Precisa virar política de estado e tornar-se permanente. Um bom caminho é a criação do Instituto Nacional do Livro e Leitura.