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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A literatura popular e o motivo de Paulo Coelho não ter ido à Frankfurt

Cada vez mais estou vendo a importância da cultura popular e a sua contribuição artística e intelectual para a sociedade como um todo. E em particular com a literatura. O Brasil é o país homenageado da Feira Internacional do Livro de Frankfurt 2013 que abriu suas portas ao público nesta quarta, 9 de outubro e vai até o dia 13 deste mês. Fato este que está gerando algumas controvérsias com direito a vaias ao vice-presidente brasileiro Michel Temer e a um discurso polêmico do escritor Luís Ruffato (que, segundo alguns, “deu a real” sobre o Brasil). Penso que foi muito aplaudido o escritor brasileiro Luiz Ruffato pelo seu discurso na Feira de Frankfurt sobre a situação social e a evolução histórica do nosso país. Além disso, o escritor Paulo Coelho recusa o convite para participar do evento em protesto a favor de um grupo de escritores (muito populares aqui no Brasil hoje) que não estão entre os 70 convidados para a feira.

O que é melhor para mim, não é necessariamente melhor para os outros. A literatura popular, que de certa forma é uma das portas de entrada para leitura continua e o desenvolvimento cultural e intelectual da sociedade, merece ser reconhecida como tal.

Não me entendam mal, pois acho que este é um debate interessante. E por este motivo posto aqui o vídeo onde Paulo Coelho explica um pouco do seu posicionamento na recusa de ir à feira.



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